Alguém imaginaria esta cena em alguma incubadora, capital semente, etc.. no Brasil ? 

Geeks de tecnologia, interagindo em ambiente feito para eles poderem evoluir suas idéias, usando infraestrutura e serviços de qualidade com viés de sustentabilidade, inovação e lucrativade ?


O sujeito com estilo de surfista (em pé) é o  Tom Thulme da IDEO (turma de design thinking) e agora é um cara de referência da hackfwd (http://hackfwd.com/) também.

Realmente não é no Brasil, tampouco no vale do silício! Fica na Europa mesmo!  

Quem são eles?

Pois é, com um modelo de serviço pensado sobre os pilares do Design Thinking (o human centered design)  focou nos geeks de tecnologia ávidos por startar suas idéias em um ecossistema propício para "Dar certo" ou "Dar errado logo" !!

E ao invés de encontrar pessoas que conhecem gestão, finanças, marketing de uma perspectiva da old school - normalmente longe do universo de tecnologia-  eles encontram EMPREENDEDORES DE TECNOLOGIA EXPERIENTES sintonizados com o Design Thinking ! 

Segue um vídeo de como as coisas funcionam por lá:

Regras do Jogo
Interessante notar que as "regras do jogo" são colocadas de forma de clara.

Quer ver o contrato? The Geek Agreement :

Quer saber os caminhos que sua startup vai percorrer ? 

Quando vi o post do Tim Brown (http://designthinking.ideo.com/?p=469)  fiquei de fato imerso em meus pensamentos envolvendo startups, tecnologia, business model, visual thinking e design thinking!

Desde quando tomei contato com a Business Model Innovation (hoje Business Model Generation) senti que falta algo no ambiente de incubadoras de empresas que se propõe a fazer das pequenas empresas de tecnologia verdadeiras startups!!

Não sou profundo conhecedor dos ambientes de incubadoras (conheci algumas como Softex Campinas e Incamp) mas acredito que não tenhamos algo assim no Brasil. Apesar dos grandes esfoços de meu amigo Bacarelli (http://www.gestratum.com.br/)  na Softex de Campinas, utilizando o Business Model Canvas do Osterwalder, os grandes benefícios de se pensar visualmente e viver experiências de empatia com cliente, co-criação e prototipação, que libertam as mentes para a captura de insights e geração de idéias não são ao menos cogitados.

Qual é o problema ?

Falta de recursos, incredulidade, falta de tangibilidade de resultados, pré-conceito - para citar algumas - foi o que já ouvi por ai.

Fico pensando, quem está na frente destas instituições todas - reparem estou falando de todas - incubadoras e principalmente as que exigiriam menor burocracia como as empresas de captital semente, venture capital e private equity, que não estão vendo o que acontece mundo afora ? 

Se o caminho é o clichê: "É preciso inovar para sobreviver ", não adianta querer que os "meninos" provem que tem um boa uma idéia, oferecer uns trocados, tomar a direção e pegar 25%. 

Tem que fomentar e expandir o que é trazido com as ferramentas apropriadas para cada fase. Não adianta exigir business plan com forecasts acertados a marretada.

Parece haver um GAP não suprido, seja por incubadoras, investidores anjos, sementes e venture capital. 

Nas duas situações, o empreendedor tem que vir com a idéia praticamente pronta. 

Respondendo a minha pergunta incial : Eu já imaginei !!  

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